Palácio de Potala
a 2 km
A visita ao Potala é definida mais pelas regras para viagens de estrangeiros ao Tibete do que pelo próprio ingresso.
1 ingresso ou passeio
Templo budista · Lhasa · China
Foto: onwardtibet.org, CC BY-SA 2.0
Não se vende on-line nenhum ingresso só para o Jokhang e, na prática, nenhum visitante estrangeiro chega sozinho. Viajar para a Região Autônoma do Tibete exige uma autorização especial, o Tibet Travel Permit, além do visto chinês, e essa autorização só é emitida por meio de uma agência de viagens tibetana credenciada, que também reserva guia, motorista e hospedagem. Por isso, o Jokhang faz parte de quase todos os roteiros por Lhasa montados por essas agências, geralmente no primeiro ou no segundo dia inteiro, junto com o Palácio de Potala e os mosteiros de Sera ou Drepung. A entrada é paga no portão e normalmente já está incluída no preço do tour da agência, junto com os serviços do guia, que deve acompanhá-lo no interior.
O que vale a pena comparar entre as agências é quanto tempo é reservado: os melhores roteiros dedicam uma manhã inteira ao circuito do Barkhor e ao templo, em vez de espremê-lo entre dois outros locais, e alguns deixam uma hora livre depois para sentar na praça e observar os peregrinos. Os cidadãos chineses podem visitar por conta própria e comprar o ingresso na entrada. Para todos, o circuito do Barkhor ao redor do exterior do templo é gratuito e está aberto a qualquer hora. A página lista os passeios da GetYourGuide cujo roteiro passa pelo templo, mas a maioria dos viajantes organiza a viagem ao Tibete por meio de uma agência especializada.
Preços atualizados da GetYourGuide para ingressos e passeios que incluem este templo. Cancelamento gratuito na maioria deles.
O Jokhang é o templo mais sagrado do Tibete e o lugar onde os peregrinos de todo o planalto terminam a sua jornada. Foi fundado por volta de 640 pelo rei Songtsen Gampo, o primeiro governante de um Tibete unificado, e o seu núcleo mais antigo, construído com a ajuda de artesãos nepaleses e indianos, ainda conserva batentes de portas e pilares de madeira entalhada dessa época. O templo abriga o Jowo Shakyamuni, uma estátua do Buda aos doze anos que, segundo a tradição, foi trazida pela esposa chinesa do rei, a princesa Wencheng; é a imagem mais venerada do mundo tibetano. A chegada faz parte da experiência. Os peregrinos se prostram de corpo inteiro sobre as lajes diante do portão principal, e quatro grandes queimadores de incenso marcam a Praça do Barkhor. No interior, um pátio na penumbra leva ao salão central, rodeado de capelas iluminadas por lamparinas de manteiga, cada uma com as suas estátuas de budas, bodhisattvas e reis.
A fila para tocar o Jowo avança devagar; siga o fluxo em sentido horário e não ultrapasse ninguém. Suba ao telhado para ver os ornamentos dourados e a vista sobre a praça até o Palácio de Potala, cerca de 1 km a oeste. O templo foi atacado durante a Revolução Cultural, em 1966, e restaurado entre 1972 e 1980, e em 2000 foi acrescentado à inscrição do Palácio de Potala na UNESCO, como parte do Conjunto Histórico de Lhasa. Não é permitido fotografar dentro das capelas; pergunte ao seu guia onde é permitido. Leve notas pequenas se quiser deixar uma oferenda, fale baixo e nunca aponte os pés para um altar. Depois, percorra o Barkhor, o circuito de vielas ao redor do templo, em sentido horário, junto com os peregrinos. Leva cerca de 20 minutos e passa por lojas que vendem bandeiras de oração, incenso e manteiga.
As manhãs no Jokhang pertencem aos peregrinos, e o templo principal geralmente abre aos turistas do fim da manhã até a tarde; o seu guia saberá os horários atuais, que mudam de estação para estação. O melhor plano é percorrer o Barkhor de manhã cedo, quando está cheio de gente girando rodas de oração e murmurando mantras, e depois entrar assim que o portão abrir aos visitantes. Os meses mais confortáveis em Lhasa vão de abril a junho e de setembro a outubro, com céu limpo e dias amenos a uma altitude de cerca de 3.650 m.
Passe pelo menos um dia se aclimatando antes de uma visita longa ao templo. O templo vive os seus momentos mais intensos durante o Losar, o Ano-Novo tibetano, e o festival de orações Monlam que vem em seguida, e durante o Saga Dawa, o quarto mês tibetano, quando o número de peregrinos atinge o pico; as autorizações para estrangeiros às vezes são suspensas em torno de datas sensíveis, por isso confirme com a sua agência. Reserve de duas a três horas para o templo, o telhado e o Barkhor, e combine a visita com o Palácio de Potala ou o Templo de Ramoche.
a 2 km
A visita ao Potala é definida mais pelas regras para viagens de estrangeiros ao Tibete do que pelo próprio ingresso.
1 ingresso ou passeio
a 392 km
A entrada no complexo de Kamakhya é gratuita, e qualquer pessoa pode circular pelos pátios e pelos santuários menores.
1 ingresso ou passeio
Sim. A GetYourGuide vende ingressos e visitas guiadas cujo roteiro inclui Templo de Jokhang; os preços atualizados aparecem nesta página.
Entrada em Templo de Jokhang: Cerca de CNY 85
Roupas discretas; tire o chapéu dentro das capelas e caminhe em sentido horário ao redor do templo e dos seus santuários.
A fundação de Templo de Jokhang remonta a 639.
Localização de Templo de Jokhang: Lhasa, China. O mapa desta página mostra o ponto exato.
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Lhasa, China
A visita ao Potala é definida mais pelas regras para viagens de estrangeiros ao Tibete do que pelo próprio ingresso.
1 ingresso ou passeio